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Conheça os artistas angolanos que largaram os grupos de origem para cantar “a solo”, e ganharam mais notoriedade


Vários artistas do music hall nacional, no começo da carreira cantavam em grupo, mas por motivos pessoais decidiram dar continuidade a solo, e com isso, alguns deles ganharam mais notoriedade e destaque.

A excelente performance exibida por alguns músicos que começaram em grupo e posteriormente passaram a trabalhar individualmente, leva os amantes da música feita em português, a enfatizarem a questão: cantar a solo é a melhor solução para certos artistas brilharem mais?
Será que os apreciadores das músicas lusófonas teriam a oportunidade de ouvir o  “Vou matar lá um” e “Vai rolar” de  Preto Show, se o mesmo continuasse nos The Groove ou se as músicas fossem interpretadas também por outros integrantes do grupo? Será que o “Aquece” e “Kende Papa” de Neide Sofia, chegariam a tomar conta das pistas de dança, se a autora dos referidos hit´s permanecesse nas Afrikanas?.
Por outro lado, quem cantaria o “Me dá na cara” se até hoje o Bruno King fosse elemento dos Lambas? questões como essas viraram temas de debates para os internautas, que por sua vez, não são contra os artistas que sentem-se mais confortáveis cantando em grupo.

Assim como os cantores já citados, não se sabe dizer ao certo, se Eddy Tussa, Paul G, Big Nelo, Walter Ananás, Bebo Clone, Margareth do Rosário, Patrícia Faria, entre outros artistas que seguiram o mesmo rumo, continuariam com a mesma dinâmica musical caso ainda estivessem nos grupos de origem.

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